CLDF homenageia Juvenal Araújo por atuação na promoção da igualdade racial

Juvenal Araujo, Secretário Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, foi homenageado nesta segunda-feira (26) pela Câmara Legislativa do Distrito Federal com o Certificado de Honra ao Mérito. A homenagem deu-se por inciativa do gabinete parlamentar do deputado Lira (PHS), outorgado por suas ações na promoção da igualdade racial e defesa dos direitos humanos.

Na solenidade que ocorreu em homenagem a Semana da Consciência Negra, também foram homenageados religiosos de matriz africana, gestores públicos, autoridades estrangeiras africanas, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Polícia Militar, Polícia Civil e do Movimento de Mulheres Negras do Distrito Federal.

No evento, Juvenal Araújo destacou a adesão do Distrito Federal ao Sistema de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir), realizada em abril deste ano, e testemunhou o empenho do parlamentar Lira em promover o empoderamento das questões afro-religiosas. O secretário afirmou também da importância de trabalhas as questões afro-brasileiras durante todo o ano e não apenas na semana da consciência negra.

“Esse mês é importante para nós, mas devo destacar que é importante trabalhar a consciência negra durante o ano todo, seja nas escolas, nas igrejas, no trabalho e nos demais ambientes sociais. Se somos todos iguais, porque um negro não tem as mesmas oportunidades que o não negro nos cargos de poder? Esse mês da consciência negra é para pensarmos nisso”, disse o secretário.

O babalorixá e diretor da Igualdade Racial do município de Novo Gama, Adaildo Lopes, falou da importância da liberdade de ocupar espaços públicos para louvar o sagrado afro-brasileiro e valorizar o povo de axé. “Esse evento é representativo para todos nós. Muito obrigado por nos convidar a fazer parte dessa história dentro da Câmara Legislativa”, afirmou o babalorixá.

A representante da Comissão de Violência Familiar da OAB/DF, Vânia Fraim, destacou a Diáspora Africana onde aproximadamente 12 milhões de homens e mulheres foram forçados a migrar do continente africano para as Américas. Desse número, 40%  veio para o Brasil. “Precisamos cobrar mais políticas públicas de combate ao racismo e de conservação dos elementos da cultura negra: turbantes, cabelo black, expressões culturais da música e da artes. Resistência e paciência negra por tudo que ainda somos obrigados a ouvir”, ressaltou Vânia.

Ao final do evento, cânticos para Exu e Xangô foram tocados e também foram entregues bonecas de pano às mulheres como gesto da campanha de combate a violência sexual contra crianças e adolescentes no Distrito Federal.

Fonte: MDH

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